Ufologia na Prática
Catálogo · em construção

Tipos de fenômenos

O que as pessoas descrevem quando veem luzes no céu. Para cada tipo: casos documentados, as explicações conhecidas e as várias leituras lado a lado. Tudo com a fonte junto, para você conferir.

11 tipos77 fontesAtualizado em 11/10/2026
Registro documento ou mediçãoRelato testemunhoLeitura interpretação, com a tradição nomeada

Luz que paira e dispara

Uma luz fica parada no mesmo ponto do céu por minutos ou horas. Em certo momento, parte em alta velocidade, sem aceleração gradual visível. Às vezes para de novo, de forma seca.

Casos documentados

Leituras lado a lado

LeituraCientífica

Na leitura científica, as luzes de Hessdalen podem ser um fenômeno natural ainda não explicado. As hipóteses incluem combustão de poeira do vale, plasma de poeira ionizado pelo decaimento do radônio e carga elétrica em rochas de quartzo. Caron e Faridi (2016) lembram que a fonte de energia segue desconhecida.

LeituraCientífica

Na leitura científica, parte da arrancada vista em vídeos militares vem do próprio sensor. A NASA calculou que o objeto do vídeo GoFast estava a cerca de 13.000 pés e a uns 64 km/h, velocidade típica do vento ali. A impressão de rapidez vinha do avião e da paralaxe.

LeituraUfológica

Na leitura ufológica, parar e arrancar sem transição é a “aceleração súbita”, um dos “cinco observáveis” que pesquisadores atribuem ao programa AATIP do Pentágono. Kevin Knuth e colegas estimaram, com base em relatos do caso Nimitz, acelerações de quase 100 g a milhares de g, sem estrondo sônico.

Mudança brusca de direção e de altitude

A luz muda de rumo em ângulo reto ou faz zigue-zague, sem curva aberta. Também pode subir ou descer milhares de metros em pouco tempo. Em alguns relatos, a velocidade não muda na virada.

Casos documentados

Leituras lado a lado

LeituraCientífica

Na leitura científica, boa parte das viradas impossíveis vem do movimento da câmera. A NASA mostrou que o vídeo GoFast se explica pelo avião em alta velocidade e pela paralaxe. A AARO publicou estudos sobre paralaxe e reflexos de Starlink que criam desempenho aparente acima do possível.

LeituraPsicológica

Na psicologia da percepção, um ponto de luz parado no escuro parece se mover: é o efeito autocinético. Sem referência visual, pequenos movimentos dos olhos são lidos como movimento da luz. Muitos avistamentos de OVNI já foram atribuídos a esse efeito ao olhar estrelas ou planetas.

LeituraUfológica

Na leitura ufológica, curvas em ângulo reto sem perder velocidade indicam tecnologia fora do alcance humano. Kevin Knuth e colegas estimaram acelerações de quase 100 g a milhares de g em casos como o Nimitz, sem estrondo sônico nem calor excessivo observados.

Luz que some e reaparece

Uma luz apaga de repente e volta a acender em outro ponto do céu, segundos ou minutos depois. Em casos com radar, o alvo some da tela e reaparece. Às vezes a luz é vista sem eco no radar, ou o radar mostra algo que ninguém vê.

Casos documentados

Leituras lado a lado

LeituraCientífica

Na leitura científica, sumir e reaparecer pode nascer no próprio sensor ou no olho. O ODNI lista erros de sensor, interferência proposital e erro de percepção como hipóteses. A AARO já ligou relatos de luzes piscando a satélites Starlink e diz que aves aparecem “piscando” em vídeo.

LeituraCientífica

Para pesquisadores de Hessdalen, o jeito súbito como a luz acende e apaga segue como problema aberto da física. O relatório de 1984 conclui que não descobriu o que é o fenômeno, mas mostrou que ele pode ser medido por radar, laser e fotografia.

LeituraFolclórica

Na tradição folclórica, luzes que somem quando alguém as segue são o fogo-fátuo. No Brasil, esse fenômeno ganhou o nome tupi de boitatá, “coisa de fogo”. A explicação científica clássica para o fogo-fátuo é a queima de gases de matéria orgânica em decomposição.

LeituraUfológica

Na leitura ufológica, a luz que apaga quando o caça se aproxima indica comportamento intencional, ligado à “baixa observabilidade”, um dos cinco observáveis. Essa leitura se apoia no documento da FAB de 1986, que fala em capacidade de “acompanhar e manter distância”.

Luz que muda de cor

Uma luz alterna entre branco, amarelo, vermelho, azul ou verde, às vezes várias vezes por segundo. Pode estar parada ou em movimento. Em alguns relatos, várias cores aparecem ao mesmo tempo no mesmo ponto.

Casos documentados

Leituras lado a lado

LeituraCientífica

Na leitura científica, a atmosfera age como um prisma e separa a luz de estrelas brilhantes nas cores do arco-íris. Com a turbulência do ar, chega ao olho mais vermelho, verde ou azul. O efeito é mais forte perto do horizonte, explica o centro do telescópio Chandra.

LeituraCientífica

Para Hessdalen, o físico Massimo Teodorani registrou bolas brancas e vermelhas do mesmo tamanho coexistindo, o que foge do esperado para um plasma comum. Paiva e Taft propõem um modelo para a distribuição das cores, com bola central branca e bolinhas ejetadas verdes.

LeituraUfológica

Na leitura ufológica, a troca de cores entra no repertório de manobras que indicaria tecnologia avançada. Na noite de 1986, pilotos listaram “mudar de cor” ao lado de pairar e fazer curvas em ângulo reto. O editor da revista UFO, A. J. Gevaerd, falou em tecnologia “imensamente superior à nossa”.

LeituraFolclórica

Na leitura folclórica da Carolina do Norte, nos EUA, as luzes de Brown Mountain, em geral brancas mas às vezes com tom vermelho, azul ou amarelado, seriam a tocha de um jovem guerreiro indígena procurando a amada perdida.

Luz que se divide

Uma luz principal parece soltar uma ou mais luzes menores, que se afastam dela. Às vezes acontece o contrário, e as luzes voltam a se juntar. O processo pode durar menos de um segundo.

Casos documentados

Leituras lado a lado

LeituraCientífica

Na leitura científica, Gerson Paiva e Carlton Taft propõem que as luzes de Hessdalen sejam um plasma com poeira, ionizado pelo decaimento do radônio. Ondas nesse plasma explicariam por que as bolinhas ejetadas saem verdes. Massimo Teodorani compara as esferas satélites à divisão relatada em raios globulares, sem teoria definitiva.

LeituraCientífica

Na leitura cética, de base científica, o jornalista Philip Klass e o pesquisador James Oberg sugerem que a luz inicial de Teerã era provavelmente Júpiter. O autor cético Brian Dunning lembra que a data coincidiu com chuvas de meteoros, o que tornaria comum ver luzes caindo.

LeituraUfológica

Na leitura ufológica, uma luz maior que acompanha ou solta luzes menores pode ser descrita como nave-mãe. Sobre a noite de 1986 no Brasil, o editor da revista UFO, A. J. Gevaerd, disse que o maior objeto era “provavelmente a nave mãe da frota”, com 11 quilômetros.

LeituraFolclórica

Na leitura folclórica do oeste do Texas, as luzes de Marfa, que se dividem e voltam a se juntar, seriam tochas carregadas pelo espírito inquieto do chefe apache Alsate, ou lanternas de fantasmas. Outra versão fala de uma família de colonos que morreu perdida numa tempestade.

Luzes em formação

Várias luzes aparecem juntas, às vezes uma depois da outra, e se deslocam mantendo a mesma distância entre si. Os desenhos mais citados são o V e a linha reta. Muitas testemunhas descrevem o conjunto como um único objeto, mesmo sem ver nada ligando as luzes.

Casos documentados

  • 1951Lubbock, Texas, EUARegistro

    Em 25 de agosto, três professores da Texas Tech viram de 20 a 30 luzes passarem em formação. Dias depois, o estudante Carl Hart Jr. fotografou de 18 a 20 luzes brancas em V. O Projeto Blue Book investigou o caso.

  • 1984Hessdalen, NoruegaRegistro

    O relatório técnico do Projeto Hessdalen dividiu as luzes do vale em três grupos. Um deles reunia várias luzes juntas, a distância fixa entre si, em geral duas brancas ou amarelas com uma vermelha à frente. Muitos chamavam isso de “o objeto”.

  • 1986Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro e outros estados)Registro

    Na Noite Oficial dos Óvnis, em 19 de maio, cinco caças da FAB perseguiram 21 objetos. O relatório de 2 de junho de 1986, divulgado em 2009, concluiu que os fenômenos eram sólidos e tinham capacidade de “voar em formação”.

  • 1997Phoenix, Arizona, EUARegistro

    Em 13 de março, por volta das 20h, testemunhas viram luzes em V cruzando o estado. Perto das 22h, vídeos mostraram uma série de luzes surgindo em intervalo regular, paradas no céu, e depois se apagando.

Leituras lado a lado

LeituraCientífica

Na leitura científica, luzes em formação costumam ter origem conhecida. Em Phoenix, o astrônomo James McGaha atribuiu os dois avistamentos a aviões A-10, e a fileira das 22h foi ligada a sinalizadores lançados em treino. Em Lubbock, Edward Ruppelt, do Projeto Blue Book, propôs tarambolas refletindo a nova iluminação pública.

LeituraPsicológica

Na leitura psicológica, o olho tende a ligar pontos de luz e imaginar uma forma. Ao estudar a reentrada da sonda Zond IV em 1968, William K. Hartmann, no Relatório Condon, viu testemunhas descreverem naves em formação e até janelas. Ele chamou isso de “airship effect” (efeito dirigível).

LeituraUfológica

Na leitura ufológica, voar em formação é sinal de controle inteligente. O relatório da Aeronáutica sobre a noite de 1986 usou esse argumento: fenômenos sólidos que refletiam inteligência, “não forçosamente tripulados”. O ufólogo Jackson Luiz Camargo trata o caso como um dos mais importantes da ufologia mundial.

Luz que acompanha o observador

Uma luz parece seguir quem a observa: acompanha o carro ou o avião, para quando ele para e mantém distância quando ele se aproxima. Em alguns relatos, parece reagir a lanternas, lasers ou manobras.

Casos documentados

Leituras lado a lado

LeituraCientífica

Na leitura científica, a sensação de ser seguido costuma vir de fontes muito distantes, que não mudam de posição enquanto o primeiro plano passa. Jack Pettigrew propôs que miragens trazem luzes de dezenas a centenas de quilômetros. Em Hessdalen, Erling Strand registrou luzes no radar e mais avistamentos em períodos de alta atividade magnética.

LeituraPsicológica

Na psicologia da percepção, um ponto de luz parado num ambiente escuro parece se mover sozinho, o efeito autocinético, porque falta referência visual. Em 1857, G. Schweitzer mostrou que é subjetivo: observadores viam a mesma estrela se mover em direções diferentes. O efeito é um risco conhecido para pilotos em voo noturno.

LeituraUfológica

Na leitura ufológica, acompanhar e manter distância sugere controle inteligente. Essa leitura se apoia em documentos como o relatório do COMDA de 1986, que diz que os fenômenos "refletem de certa forma inteligência". Tripulações de 1944 também descreveram luzes que voavam em formação com os aviões, como se fossem controladas.

LeituraFolclórica

Na tradição folclórica, luzes que seguem ou guiam viajantes aparecem em vários lugares. Na Europa, o fogo-fátuo guiava ou desviava andarilhos e sumia quando seguido. Na Austrália, a luz Min Min está em histórias aborígenes. No Texas, uma moradora contou que as luzes de Marfa guiaram seu pai até uma caverna numa nevasca.

Feixe de luz dirigido

Uma luz no céu, ou logo acima do chão, projeta um facho sobre pessoas, casas ou barcos. Testemunhas comparam o facho ao de uma lanterna ou holofote, às vezes percorrendo o corpo de quem é atingido. Alguns relatos citam calor, paralisia ou marcas na pele depois do contato.

Casos documentados

Leituras lado a lado

LeituraCientífica

Na leitura científica, "não identificado" indica falta de identificação, não origem confirmada. A missão em Colares foi encerrada sem explicação pública que reunisse todos os eventos, segundo a cobertura dos documentos. Em Rendlesham, astrônomos como Ian Ridpath propuseram fontes comuns: estrelas brilhantes distorcidas pela atmosfera e o farol de Orford Ness.

LeituraPsicológica

Na leitura psicológica, médicos citados nos documentos avaliaram os sintomas de duas mulheres como "descarga adrenérgica", reação diante de luta, fuga ou medo. Em 1977, o tenente-coronel Camilo, da Aeronáutica, atribuiu as reações ao temor espalhado pelos comentários. A dissertação de Phillippe Sendas Fernandes (UFRJ, 2017) registra quem fale em crendice e "neurose coletiva".

LeituraUfológica

Na leitura ufológica, o facho seria ação dirigida de um objeto. Em 1997, Hollanda disse à Revista UFO que ele e sua equipe observaram um OVNI. Jacques Vallée, que entrevistou a médica Wellaide em 1988, propôs em Confrontations (1990) que os ferimentos relatados seriam compatíveis com efeitos de micro-ondas.

LeituraEspiritualista

Numa leitura religiosa, parte dos moradores de Colares viu as luzes como "sinal dos tempos". O registro é da dissertação de Phillippe Sendas Fernandes (UFRJ, 2017), que reuniu jornais paraenses de 1977, relatórios da Aeronáutica e testemunhos de quem viveu aquelas noites.

Bolas de luz perto do chão

Esferas de luz brancas, amarelas ou avermelhadas aparecem baixas, perto do chão, em campos, vales, serras ou pântanos. Podem pairar, oscilar, se dividir, se juntar e sumir de repente. Muitas vezes voltam ao mesmo lugar por anos.

Casos documentados

Leituras lado a lado

LeituraCientífica

Na leitura científica, muitos casos se resolvem como faróis distantes, fogueiras ou fogo-fátuo. Para Hessdalen, há hipóteses em teste, como plasma de poeira ionizada pelo radônio e efeito piezoelétrico em rochas com quartzo. Michael Persinger propôs que tensões na crosta gerariam luzes, mas o apoio à teoria foi principalmente correlacional.

LeituraUfológica

Na leitura ufológica e dos estudos de UAP, luzes que voltam ao mesmo lugar viram laboratório. Revisão de 2025 assinada por Kevin Knuth, Erling Strand, Jacques Vallée e outros chama Hessdalen de protótipo de fenômeno luminoso anômalo. Vallée, em Passport to Magonia (1969), aproximou relatos de OVNIs de tradições do folclore.

LeituraFolclórica

Na tradição folclórica brasileira, o boitatá, do tupi "coisa de fogo", é uma cobra de fogo que protege os campos. José de Anchieta o registrou em 1560, e Câmara Cascudo ligou sua origem ao fogo-fátuo. A mãe-do-ouro aparece, em algumas versões, como bola de fogo que indica jazidas de ouro.

LeituraEspiritualista

Em tradições populares europeias, o fogo-fátuo seria a alma de crianças não batizadas vagando entre céu e inferno. No Texas, o Handbook of Texas lista, entre as explicações populares para as luzes de Marfa, fantasmas de conquistadores em busca de ouro.

Luz que mergulha (transmeio)

Uma luz desce em direção ao mar, a um rio ou a um lago e parece entrar na água. Em alguns relatos, segue brilhando sob a superfície até sumir. Em outros, a luz sai da água e ganha o céu.

Casos documentados

Leituras lado a lado

LeituraCientífica

Na leitura científica oficial, faltam provas de objetos transmeio. A lei de defesa dos EUA para 2023 incluiu esses objetos no mandato da AARO. Em 2022, o então diretor Sean Kirkpatrick disse não ter visto indícios de atividade transmeio, e o relatório de 2024 não teve relato marítimo ou transmeio no período.

LeituraPsicológica

Na leitura psicológica do relatório médico militar da Operação Prato, os sintomas atribuídos aos raios de luz seriam descarga adrenérgica, uma reação normal ao medo do desconhecido. O sargento Flávio Costa falou em histeria coletiva alimentada pela imprensa.

LeituraUfológica

Na leitura ufológica, entrar na água sem perder desempenho é o “trânsito transmeio”, um dos cinco observáveis. Kevin Knuth e coautores argumentam que um veículo assim estaria muito além da competência humana e citam o caso Nimitz como possível exemplo.

LeituraFolclórica

Na leitura local, as luzes ganham nomes da tradição. Em Colares, o fenômeno virou “chupa-chupa”, e na Vila do Piriá falou-se em “luz do Diabo”. No Gabão, os guias de Mary Kingsley chamaram as bolas de luz de “Aku”, um mato do diabo.

Clarões soltos

Um clarão rápido surge em qualquer ponto do céu e some em uma fração de segundo. Pode vir sozinho ou em sequência, branco, azulado ou avermelhado. Por durar tão pouco, é difícil de fotografar.

Casos documentados

  • 1984Hessdalen, NoruegaRegistro

    O relatório técnico do Projeto Hessdalen classificou como um dos três tipos de luz os clarões pequenos e fortes, brancos ou azuis, que podiam aparecer em qualquer parte do céu. O diário de campo anota sequências de três a seis clarões.

  • 2002Hessdalen, NoruegaRegistro

    A missão italiana EMBLA fotografou clarões que surgiam por todo o vale, no céu e no chão, com duração de 1/5 a 1/2 segundo e potência estimada entre 10 e 300 watts. Segundo Teodorani, eles sempre precedem as bolas de luz.

  • 1989Minnesota, EUARegistro

    Relatos visuais esporádicos de sprites existem pelo menos desde 1886. Em 6 de julho de 1989, cientistas da Universidade de Minnesota captaram por acaso, com uma câmera de baixa luz, a primeira imagem dessas descargas acima de tempestades.

  • 1965Kecksburg, Pensilvânia, EUARegistro

    Em 9 de dezembro, uma bola de fogo foi vista em seis estados americanos e no Canadá. Moradores relataram um objeto em forma de bolota. Um estudo de 1967, com sismógrafos e fotos, concluiu que ela descia em ângulo íngreme rumo ao lago Erie.

Leituras lado a lado

LeituraCientífica

Na leitura científica, clarões curtos costumam ter causa conhecida, como bólidos, reflexos de satélites e descargas acima de tempestades. Para os clarões de Hessdalen, o físico Massimo Teodorani levanta, como hipótese própria ainda a verificar, que raios cósmicos injetariam energia num plasma de baixa energia.

LeituraUfológica

Na leitura ufológica, clarões podem ser associados ao sumiço de objetos. No relatório EMBLA 2002, Massimo Teodorani e Gloria Nobili descrevem um alvo de luzes brancas que desapareceu logo após um clarão e perguntam se seria uma imitação de avião. Eles concluem que o problema segue aberto.

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